quarta-feira, 7 de outubro de 2009

VESTIMENTAS FEMININAS

GÈLÈ

Nós sabemos que o Candomblé é um culto matriarcal, ou seja, as mulheres escravas mantiveram os costumes religiosos africanos, dada as maiores facilidades que tinham para esses afazeres em relação aos escravos homens, pois estes labutavam na lavoura. Esse fato não pode justificar que, nos dias atuais, alguns "enganos" ainda sejam cometidos e mantidos. Hoje o Homem é mais ilustrado e encontra ricas fontes onde buscar informações. Se continuam errando é porque são preguiçosos e não desejam evoluir em seus conhecimentos. Mudar, naquilo que se julga importante mudar, é sinônimo de Evolução!
Vejamos o fato:


Os praticantes das Doutrinas Afro-brasileiras afirmam que praticam um Culto de Origem Africana e alguns deles sendo da origem do Povo Yorùbá, mas não adotam verdadeiramente os costumes desses povos. O fato de o Candomblé ter sido, no passado, mantido pelas mulheres, não obriga aos homens usarem trajes femininos.
O que causa larga estranheza irônica para quem chega dos Territórios Africanos e vê esse tipo de costume brasileiro.


O GÈLÈ / TURBANTE É "ACESSÓRIO DA VESTIMENTA FEMININA" para a cabeça, que aqui ficou conhecido como torso ou oja. HOMEM "NÃO USA" GÈLÈ ! 


Homem usa, na cabeça, FÌLÀ, ÀKETÈ /tipos de chapéu , ou ainda ELÉTÍAJÁ, FÌLÀ ÒFÌ ou ASO ÒKÈ.


Eu acho essa troca desagradável, de homem usar gèlè (torso, ojá), pois causa um aspecto transformista travestido aos homens.


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